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Papaléguas
 


Estou de volta para registrar a minha primeira medalha de participação em corridas, foi no dia 07/03/2009, em Gravatá, com um percurso de 18,710 km, no tempo de 1:48:40, com um ritmo de 5,48 min/km, onde gastei 1729 cal. O ritmo cardíaco médio foi de 160 bpm.

Gostei tanto que no dia seguinte lá estava eu na Corrida da Imbiribeira (CICORRE), mesmo ainda sentindo a musculatura um pouco dolorida pela corrida do dia anterior. A corrida teve um percurso de 7,600 km, num tempo de 39,06 min, com ritmo de 5,09 min/km, onde gastei 698 calorias, a frequência cardíaca média foi de 159 bpm. Foi a minha segunda medalha de participação, o que me deixou super orgulhoso, vou guardar cada uma delas com muito carinho.

Neste mesmo dia e local ocorreu outra corrida (percurso de 4,5 km), quando Lúcia (minha esposa) ganhou a sua primeira medalha, também fizeram este percurso a minha sobrinha Adriana, Christiane (cunhada), e os sobrinhos Léo e Henrique, o grupo teve a companhia de um corredor de "elite", Júlio Cordeiro, que foi dar uma forcinha aos iniciantes, já que ele correu no dia anterior 62 km, sim não foi erro de digitação, SESSENTA E DOIS KM !!!!!!!!!!!!!!!! Parabéns ao mano, apesar de achar isso uma insanidade.

FALA POETA :

Hoje apresento o poeta Paulo Cordeiro (meu primo) que nasceu em 13/01/1963, na cidade de Campina Grande, filho de Valdeci Cordeiro Xavier e Sônia Barros Xavier. É casado com Lucenilda Limeira Cordeiro, é engenheiro mecânico, mora em Recife e escreve poesias desde 1979.

                                       DECADÊNCIA                                                         

O fulgor ofuscante de outrora / Foi a força da minha adolescência / Hoje é o crepúsculo da falência / Deste corpo que se deteriora.

Cada ruga na face, que aflora / É um talho da própria decadência / Cada tombo que dou, prá consciência / É a prova que o tempo me devora.

Foi o tempo o algoz dos meus castelos / Construídos de sonhos grandes, belos / Que caíram tal qual um dominó.

E no espectro das glórias do passado / Vi partir o que tinha conquistado / O meu prêmio final foi ficar só.

                                                MANDACARÚ                                                        

Mandacarú solitário / Raquítico, braços erguidos / Suplica o fim do calvário / Do sertão dos excluídos.

                                               VENDEDORA DE ILUSÕES                                    

Mar de trevas, caverna de loucuras, / Palco turvo de cenas de "amor" / Passarela onde vagam, com ardor, / Tantas damas, estranhas criaturas / Os seus corpos são tal caricaturas / De fantoches que vão de mão em mão / Objetos de louca diversão / Prostitutas, retrato da maldade / Encobertas por falsa lealdade / Marionetes movidas de ilusão.

 



Escrito por cleniocordeiro às 12h29
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